Um, dois e tudo é olho de furacão.
A falta de limites que excita
É a mesma indiferença que aborrece
Mas é noite.
E nada mais é pouco intencional por aqui.
Não se engane:
A noite não quer ser dia, não...
A noite quer os devaneios que o dia não dá;
Possibilidades únicas,
Entrelaços múltiplos,
E vozes que nem reconhecemos mais
Motivadas por diálogos cênicos,
Gozos artísticos
E por mãos carentes de toda carne.
Um, dois e o dia se fez.
E no três, tudo começa outra vez...