Aqui vou eu de novo com esse meu falso arrependimento
Por não saber evitar a repetição de um velho erro
Mas quem sabe o que são erros...?
Você...? Ora, nem tente.
Por isso fico assim, teatral e me torturo com ofensas absurdas
Como se quisesse o diferente a isso.
Negação,
Defesa,
Teoria,
Fuga,
Tudo muito teatral.
Descalça num solo que arde,
Provando do que será mesmo só prova...quem sabe?
Tenho dó de mim às vezes,
Por me deixar ferir assim em pedra, espinho,
Por objeto decorativo das paisagens do impossível que sou
Como se eu fosse a mãe zeloza e também a criança frágil.
Não sei até que ponto isso é ruim.
Um comentário:
Tá muito bom! Grande beijo e uma boa semana!
Adalba
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