Eu falo coisas que me cantam aos ouvidos,
Não sei a que ponto instinto,
A que ponto ânsia,
A que ponto sede.
Cedo como se fosses a praia
De quem ficou à deriva,
Como se nada houvesse ao redor,
Esses coloridos todos.
Não entendes o que falo,
Não ligo,
Não há de dar certo mesmo.
Eu cultivo o desapego,
Te dando o que ainda é meu,
O que é meu domínio.
Presto atenção aos teus detalhes mais bestas
E descubro paisagens com as mãos.
Minhas mãos em ti:
Me parece um retrato perfeito
Para um início de fim.
Um comentário:
Achoque esse é umdos melhores de todos que tu postou!
Eu fiquei com mais vontade ainda de musicá-lo!
Muito boa essa parte:
"Eu falo coisas que me cantam aos ouvidos,
Não sei a que ponto instinto,
A que ponto ânsia,
A que ponto sede."
E esse trecho" Eu cultivo o desapego,
Te dando o que ainda é meu," é mto foda!
Parabens bolachuda!!!!!!!!!!
bjão!
PS: faziamto tempoq eu não lia, por isso to lendo e comentando! hehehehe
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