segunda-feira, 9 de julho de 2007

Eu falo coisas que me cantam aos ouvidos,
Não sei a que ponto instinto,
A que ponto ânsia,
A que ponto sede.
Cedo como se fosses a praia
De quem ficou à deriva,
Como se nada houvesse ao redor,
Esses coloridos todos.
Não entendes o que falo,
Não ligo,
Não há de dar certo mesmo.
Eu cultivo o desapego,
Te dando o que ainda é meu,
O que é meu domínio.
Presto atenção aos teus detalhes mais bestas
E descubro paisagens com as mãos.
Minhas mãos em ti:
Me parece um retrato perfeito
Para um início de fim.

Um comentário:

Anônimo disse...

Achoque esse é umdos melhores de todos que tu postou!

Eu fiquei com mais vontade ainda de musicá-lo!

Muito boa essa parte:
"Eu falo coisas que me cantam aos ouvidos,
Não sei a que ponto instinto,
A que ponto ânsia,
A que ponto sede."

E esse trecho" Eu cultivo o desapego,
Te dando o que ainda é meu," é mto foda!

Parabens bolachuda!!!!!!!!!!

bjão!

PS: faziamto tempoq eu não lia, por isso to lendo e comentando! hehehehe