Uma noite sem promessas de um presente bom,
Sem a exposição empolgante, instigante ao ainda nem visto.
Uma noite qualquer, de um sono qualquer, de um livro qualquer,
De um repouso anti-madrugada, a nada.
Nem divertida, nem triste. Solitária noite, só... Falta de faltas,
Sem muitas perturbações aos meus ouvidos de eco.
Sinto uma felicidade infantil por não estar na rua,
Poder tirar os brincos, apagar a luminária e sonhar.
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