domingo, 22 de abril de 2007

Poema ao amigo

O André é o André dos passos soltos,
Dos olhos pretos rasos,
Do Lobão mais do que "bão",
Do vinho,
Do violão
E do verso
Como uma afronta para o mundo
Mas nós ligamos para o mundo...?
O mundo é um grande boteco:
Uns entram e saem,
Outros entram e se divertem,
Outros saem atordoados com tudo,
Outros simplesmente não saem mais...
Acende teu cigarro e observa:
Nossas bocas estão roxas
E nossas mentes fervilham
Como a sopa da vovó.
Escuta aquela nossa velha bossa-nova
E vamos nessa, vamos de mãos dadas,
Mergulhando nessa piscina de loucuras
Sem prender respiração.

Um comentário:

O pajé da tribo dizimada disse...

Bah!!! Mandei o comentário por e-mail, que troxa!!!Eu adoro demais esse poema!!!Por que será né???Beijos muié, te amo!!!